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14 de out. de 2014

Resenha: A lua de mel

Nossa amiga Franciane Batagin está de volta a Estante com a resenha de um livro divertido e apaixonante!

Título: A Lua de Mel
Autora:Sophie Kinsella
Editora: Record
Ano: 2013
Pág.: 496
ISBN: 978-850140-457-2

SINOPSE
Ao se dar conta de que o namorado nunca vai pedir sua mão em casamento, Lottie toma uma decisão. Termina o compromisso com ele e diz o tão sonhado sim a Ben, uma antiga paixão, com quem ela havia prometido se casar se ambos ainda estivessem solteiros aos 30 anos. Os dois então resolvem pular o namoro e ir direto para uma cerimônia simples e seguir para a lua de mel em Ikonos, a ilha grega onde eles se conheceram. Mas Fliss, a irmã mais velha da noiva, acha que Lottie enlouqueceu. Já Lorcan, que trabalha na empresa de Ben, teme que o casamento destrua a carreira do amigo. Fliss e Lorcan então elaboram um plano para sabotar a noite de núpcias do casal e impedir que os noivos cometam o maior erro de suas vidas.



Sempre fui apaixonada pelos livros dessa autora. Não seria exagero nenhum se eu dissesse que provavelmente li a maioria. Desde todos da série Delírios de Consumo de Becky Bloom até um dos livros que sou mais apaixonada hoje em dia: Menina de Vinte. Portanto, quando vejo que a Sophie está lançando um livro novo, meu coração enche de alegria e eu logo corro na livraria pra comprar.

A Lua de Mel é um romance extremamente açucarado; alguns podem ver isso como uma qualidade, outros não. Eu particularmente acho uma qualidade. O livro conta a história doida de Lottie que espera que seu namorado a peça em casamento. Quando ela descobre que na realidade não era essa a intenção dele, eles rompem o relacionamento e a partir daí e de uma série de escolhas malucas, ela acaba reencontrando o seu antigo amor e decide se casar.

Desse momento em diante, sua irmã, Fliss, vai atrás da irmã em sua lua de mel, junto com o amigo do noivo, fazendo de tudo para que o casamento não seja consumado e a irmã possa ter a chance de anulá-lo.

A história é narrada em duas perspectivas: pela voz da personagem principal, Lottie, e da irmã, Fliss. Uma leitura divertidíssima, e, na minha opinião, a voz de Fliss foi a que mais me divertiu. Ela está passando por um divórcio bem complicado, com um filho pequeno e muitas coisas para se preocupar, como por exemplo, o menino estar em uma fase na qual conta diversas mentiras engraçadas que fazem você rir e se apegar ao garoto. Fliss acaba tendo um caso com Lorcan, o amigo do noivo e, mesmo sem perceber, você acaba torcendo para que os dois se entendam.

Para quem gosta de romances açucarados e está procurando um livro para passar o tempo, se apaixonar pela história, e ler um livro com final feliz, com certeza deveria ler A Lua de Mel.
por Franciane Batagin

14 de set. de 2014

Resenha: Onde a lua não está

Olá pessoal! 

Esse post é diferente.. a resenha foi escrita por uma convidada e amiga: Franciane Batagin, estudante de produção editorial, assistente editorial na Editora Planeta e apaixonada por livros e gatos! Esperamos que gostem da indicação dela... Nós ficamos morrendo de vontade de ler!




Nome: Onde a lua não está
Autor: Nathan Filer 
Editora: Rocco
Ano: 2014
Número de páginas: 272 
ISBN: 9788532528810


“Vou te contar o que aconteceu porque será uma boa maneira de apresentar meu irmão. O nome dele é Simon. Acho que você vai gostar dele. Eu gosto de verdade. Mas, daqui a algumas páginas, ele estará morto. E ele nunca mais foi o mesmo depois disso.”

Quando eu estava andando pela Bienal de São Paulo e notei a capa desse livro, confesso que fiquei interessada. Capa bonita, pensei. Como sempre faço, olhei um pouco – naquele momento o estande da Rocco estava lotadíssimo, então não podia demorar – e então devolvi o livro na prateleira. Continuei minha jornada, olhando os títulos, capas e livros que estavam expostos, mas meu olhar sempre voltava para aquela capa. Voltei, peguei o livro novamente e li o trecho que coloquei aqui acima. Nesse momento eu decidi que precisava ler e saber o que aconteceu. Ponto positivo para a quarta capa! Tão intrigante que me fez comprá-lo.
O livro conta a história do ponto de vista de Matthew, um menino que tem uma doença chamada esquizofrenia* e que, quando era criança, perdeu o seu irmão mais velho, Simon. Esse, por sua vez, é uma criança com Síndrome de Down que morre em um acidente misterioso durante um passeio em família. Durante a maior parte da leitura tentamos descobrir o que exatamente aconteceu quando Simon morreu e porque Matthew, aparentemente, é tão perturbado.
Cheio de flashbacks, o livro vai e volta do presente ao passado até que, por um momento, fica difícil definir em qual parte estamos. Mesmo quando Matthew está no presente, a sequência temporal fica um pouco perdida, então fui guardando todas as informações que consegui, pensando que depois eu compreenderia a maioria delas. E eu compreendi.
Ele fala sobre o passado, sobre as histórias com o irmão e com a família, fala sobre como foi a experiência de perder o irmão e amigo e como a mãe se tornou super protetora depois do acidente, chegando até a tirá-lo da escola. Ele fala também, em alguns momentos, sobre um período em que ele aparentemente está em uma clínica, fala sobre os pacientes psiquiátricos e sobre o comportamento deles. Fala sobre o dia a dia de estar nessa clínica, sobre como é tomar remédios fortes e quais as sensações que ele tem. Fala ainda sobre o período que era adolescente, como decidiu ir morar sozinho e como começou a ficar perturbado.
Achei sensacional a maneira como o autor conseguiu escrever e descrever a cabeça do paciente depois do trauma. Me senti dando voltas no tempo, desdobrando todos nuances da vida do personagem. Me senti revirada do avesso e me perguntei como seria ter os pensamentos embaralhados daquele jeito, como seria estar presa em uma clínica e descobrir que talvez eu tivesse culpa na morte do meu irmão. Então, se você procura um livro que te deixe com essas sensações embaralhadas e fantásticas ao mesmo tempo, você deveria, sim, ler Onde a Lua não está!

20 de ago. de 2014

Resenha de convidados: Bolsas, beijos e brigadeiros!

Bolsas, beijos e brigadeiros- o melhor diário de viagem que você poderia ler
por Talita Facchini - jornalista

Um livro que vai fazer você sentir vontade de viajar pelo mundo e vivenciar as mesmas experiências de Melissa. Bolsas, beijos e brigadeiros, além de ser engraçado e romântico, é um belo guia turístico para quem quer viajar sem sair de casa


"Melissa é uma jovem jornalista que viaja pelo mundo fazendo matérias sobre turismo para uma agência e contando suas histórias e aventuras por onde passa. Para um novo trabalho, ela viajará para a Itália em busca de cenários para sua matéria e conhecerá suas raízes familiares. Na nova publicação da Editora Planeta, Bolsas, Beijos e Brigadeiros, conheça as surpresas que aguardam por Melissa na nova fase de sua vida.

Viajar pelo mundo é o sonho de qualquer pessoa e isso inclui Melissa. Ter que ir para a Itália a fim de conhecer todo o país e contar suas experiências, é para ela o melhor trabalho do mundo, por isso a jovem jornalista não pensou duas vezes antes de aceitar a proposta, mesmo que essa decisão tenha atrapalhado o relacionamento com seu melhor amigo e namorado Theodoro, que insiste em sumir sem dar notícias.

Agora, no país de seus sonhos, Melissa começa uma nova aventura conhecendo seus lugares favoritos com seus parentes italianos que já se tornaram amigos de infância além de ter a chance de reencontrar Théo após meses sem vê-lo e tentar resolver sua história com ele.


Bolsas, beijos e brigadeiros é um daqueles livros que faz o leitor viajar sem sair do sofá. A cada novo capítulo, conhecemos um pouco mais sobre a cultura dos países visitados, os melhores lugares, as melhores comidas e ainda um pouco sobre o idioma, o pacote completo pra quem quer ler uma história cheia de surpresas em diversos cenários".